sex and the city

Meu novo vício: The Carrie Diaries

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

O maior vício da minha vida é assistir séries. Eu não sei quando isso começou, mas me lembro que desde muito nova eu já assistia programas como “Blossom”, “Dawson’s creek”, “Beverly Hills 90210” e de lá pra cá nunca mais parei.

E em fevereiro deste ano eu conheci a série que eu sabia só da existência do livro “The Carrie Diaries”. Confesso que desde que soube desse livro e da série, eu senti uma enorme curiosidade de ler e assistir, afinal eu sou completamente apaixonada por “Sex and the City”. Muita gente não gosta da ideia de prequel, mas mesmo sabendo como tudo vai terminar, acho que saber como tudo começou talvez ajude a matar um pouco de saudade da série.

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Uma coisa eu confesso: é IMPOSSÍVEL assistir e não se perguntar como a nossa querida Carrie Bradshaw chegou aonde chegou, sendo tão romântica, inteligente e sonhadora, para largada no altar aos quase 40 anos pelo Mr. Big (sim, eles casaram depois mas eu não superei). O fato é que se você se apegar a cada detalhe a série não vai fluir, então tou curtindo o que eu tou vendo, tentando não comparar cada cena com Sex and the City.

Imagema bolsa feita pela personagem que vai parar na revista de moda “Interview” 

Os pontos altos dessa série, para mim, é que a Carrie, interpretada pela Annasophia Robb, é a coisa mais fofa desse mundo – eu babo mesmo! Primeiro que ela me lembra uma das minhas atrizes preferidas Amanda Seyfried, e segundo ela manda muito bem na interpretação. Ela consegue ser fofa, com personalidade forte, decidida… O que estou achando legal também é que a série tinha tudo pra ser um seriado comum de adolescentes americanos, com traminhas comuns, dramas familiares e tudo mais, mas com a narração dela e a maturidade com a qual ela vê tudo que está acontecendo, enquanto está tentando descobrir a sua voz como escritora, da o tom não-tão-teenager.

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as amigas inseparáveis Mouse e Maggie

Diferente do livro, a série já começa com a Carrie conhecendo Manhattan, e buscando os seus sonhos de ser escritora. A personagem acabou de perder a mãe, mora com o pai e a irmã Dorrit no subúrbio. Outro ponto altíssimo é que a série se passa no ano de 1984, então é uma delicia ver os looks da época, a falta da tecnologia, eles ligavam no telefone fixo e tem orelhões em todos os lugares da série, como viver sem SMS e como ligar sem ter a certeza que é a pessoa que vai atender e não alguém da família, isso é tão minha pré-adolescência!

Como eu comentei antes, alguns pontos deixam dúvida quando se trata de ser realmente a continuação de Sex and the City, pois em um episódio da série a Carrie adulta diz que o pai saiu de casa quando ela tinha 5 anos, então não casa com a narração atual, onde a personagem é super próxima do pai e moram juntos. Fato é que complementando a série original ou não, eu estou amando acompanhar essa nova série, cheia de roupas legais, trilha sonora incrível e liçõezinhas de moral – adoro.

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Quem estava querendo ver alguma série nova e estava sem ideias, fica a minha dica. Ah, e a 2ª temporada acabou de ser renovada, então teremos pelo menos mais uma temporada delicinha vendo a teen Carrie.

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