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Viciada em séries: How to Get Away with Murder

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

 

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How to Get Away with Murder segue a vida pessoal e profissional de Annalise Keating, uma professora de Direito Penal da fictícia Universidade de Middleton, na Filadélfia, uma das mais prestigiadas Escolas de Advocacia na América. Uma advogada de defesa, Annalise seleciona um grupo dos seus melhores alunos em sua turma da universidade para trabalhar em seu escritório. São eles: Connor Walsh, Michaela Pratt, Asher Millstone, Laurel Castillo e Wes Gibbins.

Em sua vida pessoal, Annalise vive com seu marido Sam Keating, um renomado psicólogo, mas também vive um relacionamento às escondidas com Nate Lahey, um detetive local. Quando sua vida pessoal e profissional começar a entrar em colapso, Annalise e seus alunos se verão envolvidos, involuntariamente, em uma trama de assassinato. (FONTE: Wikipedia) 

Esse sem dúvida é o meu maior vício dos últimos tempos, essa série tem uma narrativa bem diferente, e mostram trechos finais já nos primeiros episódios, o que te deixa ainda mais angustiado para saber o que aconteceu e como as coisas chegaram ali.

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Mais uma coisa que aprendi nessa série é aquela famosa história de “nem tudo é o que parece ser”. As vezes interpretamos de uma forma, e depois de vermos o desenrolar de toda a história mudamos completamente nosso “julgamento” sobre a situação. Vale super a pena assistir, é muito bem amarrada a trama e as histórias.

 

Viciada em séries: Once Upon a Time

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

A melhor parte de ter o blog na minha opinião (ou no meu caso) é que minha memória é um fiasco, eu sou do tipo que não lembra o que almoçou ontem, dai fico muito feliz de ter um lugar para consultar algumas coisas da minha vida, e relendo o blog agora eu percebi que comecei e parei de assistir Once Upon a Time umas três vezes (as últimas foram em Setembro e Novembro do ano passado).

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A série não é nenhuma novidade e eu não sei explicar por que eu comecei e parei todas essas vezes. Lembro que a primeira vez que vi foi em 2011 quando lançaram, revi de novo ano passado, comecei o spin-off que a série fez contando a história da Alice no País das Maravilhas - também larguei, e agora voltei com força total.

O que acho mais legal dessa série, é que conta meio que “por trás” dos contos de fada, a gente já conhece os personagens, mas não sabemos exatamente a história de cada um, e lá eles têm algumas versões próprias bem interessantes, como por exemplo: quem ajudou a Cinderela não foi realmente a fada madrinha. Hahaha.

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Ah, e a trama é mais ou menos assim: eles estão presos no “mundo real” e não mais no mundo de faz de conta, por causa de um feitiço que a madrasta da Branca de Neve fez, e não lembram quem são, muito menos que são personagens de Contos de Fadas. Sei que falando assim parece bobinho e até é um pouco mas não acredito que a série tenha sido feita para o público infantil, por causa do linguajar e outras coisitas más. Quem gosta de personagens clássicos de histórias infantis não pode perder. Então fica a minha dica para quem está precisando de uma série para ver, essa é uma boa opção!

 

Viciada em séries: Better Call Saul

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

O que dizer dessa série que está apenas no quarto episódio e já considero pacas? A minha favorita da vez chegou ao Brasil dia 09 de fevereiro, e está disponível no Netflix. “Better Call Saul” é uma comédia derivada (spinoff) de Breaking Bad – feita pelo mesmo criador Vince Gilligan, e acompanha a vida do advogado Saul Goodman (Bob Odenkirk) quando ainda atendia pelo nome de Jimmy McGill.

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O personagem parece ter um imã para atrair coisas ruins e gente do pior tipo, mas a melhor parte da série são as armações e golpes que ele faz para conseguir dinheiro e destaque. Ele tenta (a maior parte do tempo) ser honesto e ético, mas nem sempre é isso que acontece. A vida dele é super ferrada, ele tem um carro caindo aos pedaços, o escritório dele é nos fundos de um salão de beleza e ele não consegue atrair os clientes.

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Bob Odenkirk consegue arrancar risos mesmo em cenas mais tensas, pela forma em que atua. O personagem parece que está sempre tentando enrolar alguém (e geralmente está) e tem uma forma divertida e até meio “perdida” de falar. Em BB eu já era fã dele, agora fiquei mais ainda.

Os episódios novos vão ao ar toda segunda-feira, e a primeira temporada tem dez episódios. A notícia boa é que a série já foi renovada e a segunda temporada contará com treze episódios. Confira o trailer e entenda porque essa série é imperdível:

Viciada em séries: Bates Motel

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Gente preciso contar, desde Dexter eu não me sentia TÃÃÃO viciada e desesperada para assistir uma série como estou com Bates Motel. Quando eu fiz a resenha do filme Psicose do Hitchcock eu comentei que a série já tinha sido lançada, mas eu ainda não tinha começado a ver e nem fazia ideia que seria tão boa assim.

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A primeira temporada foi lançada em 2013, e ela é um “prólogo contemporâneo” do filme, ou seja, conta a história dos personagens antes do filme, mas nos dias atuais (o filme era de 1960). A história começa com a morte do marido de Norma, e após esse acontecimento ela decide mudar para a cidade de White Pine Bay com seu filho Norman Bates, eles compram o motel e eles tentam começar uma nova vida. São 10 episódios com duração média de 45 minutos cada um, e a trama mistura suspense e drama.

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O relacionamento entre mãe e filho é o tópico central da história, onde conseguimos observar as atitudes bizarras que o levaram a ser o louco que era em Psicose (quem não assistiu assista antes de ver a série!). O ator escalado para esse papel é o Freddie Highmore, nosso menininho “Charlie” em a Fantástica Fábrica de Chocolate – versão do Tim Burton com Johnny Depp. E ele é um dos motivos da série ser tão boa, a atuação dele está impecável e inclusive os olhares do personagem de Hitchcock ele reproduz fielmente.

norman_bates_1 Freddie Highmore X Anthony Perkins (ator do filme de 1960)

Outro ponto altíssimo dessa série é graças a atuação de Vera Farmiga ela é perfeita nesse papel, e consegue deixar a gente irritado, com pena, com compaixão, tudo junto ao mesmo tempo. Que atriz incrível! Os demais atores são igualmente ÓTIMOS e eu fico impressionada com isso, porque geralmente em séries eles vão aos poucos melhorando os personagens e aprofundando na atuação, e nessa mesmo sendo super nova já consigo ver o quanto todos são muito bons para seus papéis.

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Outros personagens importantes:

Dylan Masset (Max Thieriot) é meio irmão de Norman, filho de Norma e tem um relacionamento conturbado com a sua mãe.

Emma Decody (Olivia Cooke) é amiga de Norman, que se sente atraída por ele quase que imediatamente, ela é uma personagem bem inteligente, e apesar de ter uma doença chamada fibrose cística, que a obrigada a viver com um cano e um cilindro a tira-colo, ela procura viver como uma adolescente normal da sua idade.

Alex Romero (Nestor Carnonell) é o xerife da cidade, ele é bem sério e correto.

Bradley Martin (Nicola Peltz) é uma menina super popular, bonita e vira amiga de Norman, ele é super apaixonado por ela, mas ela não corresponde a esse amor, porém ela é uma fofa com ele.

Zack Shelby (Mike Vogel) é um policial da cidade que se interessa por Norma, esse ator era um dos meus amores de adolescência, hahahaha. É até ruim ver ele tão “acabado” como ele tá na série (comparando com o que ele era antes).

O trailer da primeira temporada para vocês terem uma ideia do que eu estou falando:

Já devorei a 1ª e a 2ª e estou ansiosa esperando o início da 3ª temporada.

Downton Abbey: amor em forma de série

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Quem me acompanha aqui no blog sabe a loucura que tenho por assistir séries, e sempre que acaba alguma temporada ou a série chega ao fim, eu me sinto órfã, sem amigos, sem família, sem ter para onde ir. Hahahaha #drama

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Então é a alegria da minha vida quando encontro alguma série para chamar de minha, para assistir freneticamente e sentir aquele apeeego pelos personagens, por isso vim contar para vocês que eu to amando Downton Abbey.

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Não gosto de spoiler, mas não vou conseguir mostrar meu amor sem contar pelo menos um pouco. É uma série britânica que se passa no ano de 1912, na cidade fictícia de Yorkshire, na Inglaterra, e conta a vida de uma família muito rica da época e sua relação entre eles e com seus funcionários, tem muito babado, intriga, amor, ódio e tudo que a gente ama. É bem legal ver algumas coisas que hoje parecem impensáveis, tipo eles chocados com a energia elétrica aparecendo, com a invenção do telefone… E o mordomo arrumando milimetricamente os talheres na mesa, com régua para saber a distância exata que um talher deve ter do outro.

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Mas não foi só isso que me fez gostar de Downton, a série consegue ter humor sarcásticos, personagens bons e “maus”, drama, romance e vamos sendo tão envolvidos que uma série que por ser de época poderia cair na chatice, é o oposto disso.

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Outra coisa que amo é ver as roupas que eles usavam, para jantar em casa eles se vestiam mil vezes melhor que a gente hoje para um casamento. É muito glamour <3

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Bom, acho que não vale a pena eu resumir cada personagem, pois são muitos, mas fica a minha dica se você estiver sem série nova. Eu assisto pelo Netflix, mas sei que também passa no GNT. Quem tiver indicação de séries me mandem, por favor, porque estou terminando essa e já estou na sofrência.

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