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Popcorn time: os filmes do feriado

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Aproveitei o feriado para terminar alguns episódios de séries que eu acompanho, comecei a ver também algumas séries como Fear The Walking Dead, Narcos e Scandal. Agora to com várias séries pela metade porque alguns episódios ainda não lançaram, e minha memória é tão ruim que as vezes esqueço de ver alguma por simplesmente não lembrar dela. Hahaha. Mas nem só de séries foi o feriado e vi três filmes que eu adorei e precisava escrever sobre.

Big Eyes (2014)

Eu tenho um gosto bem peculiar para filmes, alguns tocam minhas emoções e meu coração de um jeito que não consigo nem explicar, e Big Eyes com certeza é um desses filmes. A trilha sonora tem Lana Del Rey, é dirigido por Tim Burton  e  é baseada em fatos reais – exatamente meu tipo de filme. A trama conta a história da pintora pintora Margaret Keane (Amy Adams), uma artista dos anos 50, que fazia quadros sempre com crianças com olhos grandes, mas que por viver em um mundo machista não conseguia vender a sua arte, tendo assim deixado seu marido assumir a autoria de seus trabalhos. Além disso o filme conta com a incrível interpretação de Christoph Waltz como marido de Margaret e também artista.

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The Imitation Game (2014)

Esse filme estava na minha lista há tempos, mas eu achava que ele era completamente diferente sem sequer ver o trailer, apenas julgando pelo título, haha. No filme o matemático Alan Turing (Benedict Cumberbatch) de apenas 27 anos constrói uma máquina para o governo britânico durante a 2ª Guerra Mundial, o objetivo da máquina é descodificar as mensagens que os alemães trocam entre eles e descobrir suas estratégias. Eu amei a história, ele conseguiram transformar algo que poderia ser massante e entediante, em algo entendível para nós leigos e emocionante.

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I Origins (2014)

A história é sobre o cientista Ian Gray (Michael Pitt) obcecado por olhos, que está estudando essa parte do corpo humano em seu doutorado, ele é um personagem extremamente cético e se apaixona por Sofi (Astrid Berges-Frisbey) uma mulher que tem as crenças completamente opostas as dele.O filme é pirado, cheio de viagens, meio poético, dramático, intenso, ou seja, tipo de filme perfeito para mim. Quando comecei assistir eu não sabia nada sobre ele, mas ao ver o trailer senti uma enorme curiosidade, e essa mesma curiosidade me envolveu durante todo o percurso do filme. Eu não sei explicar exatamente o que eu tanto amei, mas desde a narrativa, a intensidade dos personagens e os diálogos, achei tudo perfeito, bem amarrado e surpreendente.

IOrigins