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Como foi estar na neve pela primeira vez

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Faz MUITO tempo que não apareço por aqui, na verdade acho que foi a primeira vez que fiquei quase dois meses sem dar as caras! Mas eu tenho feito tanto post para o blog da Just for Brides e para a Revista Mariée, que mesmo amando esse cantinho só meu, quando tenho tempo livre eu evito ficar no computador.

Bom, eu quero fazer alguns posts sobre a viagem que fiz agora no fim do ano com meu marido, passamos Natal e Ano Novo nos Estados Unidos e fizemos uma maratona de cidades, passando por: Miami, Davie, Orlando, Salt Lake, Provo, Las Vegas, Park City e Heber, isso em 3 Estados diferentes! Mas a pergunta que mais ouvi quando cheguei aqui foi “como foi a neve/o frio?”

Olha, eu vou dizer, já passei muito frio aqui em Curitiba! Até porque as casas brasileiras não são preparadas para o frio (nem para o calor) então é ÓBVIO que lá estava bem mais frio do que todo o frio que já senti antes, mas a gente não ficava TANTO na rua.

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O que achei mais difícil foi deixar meu pé quente, eu não comprei aquelas botas estilo Ugg e eu me arrependi MUITO disso, porque um dia usei a de uma amiga e foi um dos dias que aguentei ficar mais tempo na neve, sem pensar que meus dedos estavam gangrenando (drama queen). Ou seja, se você estiver com as camadas certas de roupa e uma boa bota, a neve é bem suportável.

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No primeiro dia eu ficava afundando meu pé em toda neve que encontrava, até ficar com os dedos congelados, nesta foto (cortaram nossos pés ¬¬) mas estávamos com os pés afundados na neve.

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Eu cheguei em Utah dia 25 de dezembro, e fiquei com um casal de amigos que mora em Provo. Todas as lojas estavam fechadas, e nós passamos o nosso almoço de Natal em um fastfood chamado Denny’s (DE-LI-CI-A) hahaha. Foi BEM divertido, e foi bem emocionante chegar lá e ver a cidade inteirinha branca, eu nunca tinha visto nada parecido, então eu não cansava nunca de olhar para fora e admirar aquela paisagem.

Nosso almoço de Natal
Nosso almoço de Natal

Tivemos a sorte de pegar muita neve caindo, então deu pra aproveitar bem o meu primeiro contato com ela. A parte ruim é que antes de estar em Utah eu estava na Flórida, então o frio foi bem chocante, já que mesmo sendo inverno peguei um calor em Miami e Orlando. Então mesmo eu querendo curtir muito, rolar na neve, fazer um Olaf (hahaha) eu não tinha condições, porque não dava pra raciocinar direito no frio, eu só pensava em ir para um ambiente fechado e me aquecer. O máximo que fiz foi ficar de boca aberta comendo floquinhos de neve, hahaha, bem madura, eu sei.

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A decoração da cidade para o Natal estava maravilhosa

Nos próximos posts conto mais detalhes, espero que vocês gostem de saber um pouco mais da viagem e não achem ruim dos próximos posts serem monotemáticos.

Dica de Leitura: Como ter uma vida normal sendo louca

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Sabe aqueles livros que você lê inteiro em uma tarde, e parece que você está conversando com uma daquelas amigas super engraçadas, que já vivenciou situações mais bizarras que você? Foi isso que eu sentir ao ler “Como ter uma vida normal sendo louca”.

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Conheci esse livro porque sou fã da Jana Rosa e sempre acompanho sua página, e foi lá que descobri que ela se juntou com a incrível Camila Fremder para escrever essa “autoajuda” para pessoas loucas, com passo a passo e ideias de como (sobre)viver a quase qualquer situação. Claro que a pegada do livro é uma tirada com os livros de autoajuda, e com várias outras pessoas que seguem estereótipos (eu mesma me enquadro nas blogueiras que tem um blog com o seu nome – apesar de que o nome do meu é Sweet Escape, mas ok!).

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A minha única dica é: se você estiver lendo esse livro, procure deixar a capa virada para você quando estiver andando, ou virada para baixo na mesa do trabalho, pois as pessoas primeiro prestam atenção na imagem e acham que você está lendo algo erótico (juro!) e depois quando leem a parte do “louca” te olham com cara de piedade “tadinha ela precisa ler um livro ensinando como viver, afinal ela é louca”.

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O prefácio do livro é pela Gloria Kalil e as ilustrações são da própria Jana <3

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Se você quiser dar boas risadas sozinhas e aprender ótimos truques como: avisar que um amigo fede, parecer madura falando de relacionamentos, parecer intelectual sem ser ou fazer com que ele termine com você, esse livro é “o seu lugar”. Boa leitura.

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As férias e a vontade de fazer tudo e não fazer nada

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Ainda estou me acostumando com essa vida de adulta, onde as férias são fora dos meses de janeiro, fevereiro, julho e dezembro. Honestamente eu até gosto da ideia de curtir as férias sem os lugares estarem cheios, inclusive lugares lotados me incomodam tanto que eu evito ao máximo viajar nos feriados por preguiça de congestionamento.

O fato é que eu tirei apenas 15 dias de férias do trabalho, e achei que seria tempo suficiente para dominar o mundo! Queria ir à formatura da minha prima, e ficar uns dias em SP com a minha família, depois ir pra algum lugar do nordeste, tirar meu visto americano, assistir as minhas aulas, terminar meu curso de fotografia, rever amigos que não consigo ver com a correria rotineira, colocar séries em dia, praticar inglês, fazer exercícios físicos todos os dias (há-há), marcar médicos, e por ai vai (a lista era imensa!).

No final das contas, eu consegui com muito (muito, muito) esforço terminar algumas coisas. Mas outras sequer lembrei de fazer – mesmo com uma “to do list” no meu celular, me lembrando todos os meus planos.

A verdade é que as minhas férias foram apenas um “final de semana enorme”, porque é isso que acontece comigo todos os meus finais de semana. Eu penso que vou colocar os e-mails em dia, terminar aquele trabalho que faltou, praticar um pouco mais outro idioma, ver aquele amigo que eu sempre digo que vou marcar e nunca “dá tempo”…

A arte da procrastinação é algo que me acompanha e não é somente nas férias. Eu sempre quero terminar aquele texto, aquela edição de fotos, aquele post do blog, e quando eu vejo já se passaram 3,4, 5 dias, um mês, e eu tô ainda reclamando que as coisas parecem não sair do lugar – mas quem não saiu do lugar fui eu. Acho que o único jeito é a gente correr atrás daquilo que quer, mesmo se sentindo muito cansada para conseguir, mesmo que a desculpa “eu mereço me dar o direito de comer mais, dormir mais, fazer menos exercícios…” fique pulando na nossa cabeça. As coisas não vão mudar nunca, se a gente não deixar elas mudarem.

Atualizados recentemente

Em resumo minhas férias foram assim: dormi a maior parte do tempo, consegui tirar o visto (dancinha feliz), terminei as aulas de foto, minha única viagem foi para o Rio (snif e um beijo pro nordeste), e a formatura da minha prima tava muito incrível. Não tenho o que reclamar, mas se eu me organizasse mais e dormisse menos, teria mais histórias pra contar.

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