família

O terceiro mês de vida

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

E o tempo que não para de voar nos fez chegar ao terceiro mês. E dessa vez passamos o mêsversário em São Paulo, e foi delicioso esse momento do Léozinho conhecendo algumas pessoas da família que não conseguiram vir quando ele nasceu. Eu gosto de falar que eu não lembro de muitas das minhas primeiras vezes, mas jamais vou esquecer as dele, e esse mês tivemos uma primeira vez muito especial: ele voou de avião pela primeira vez. Foi um pouco complicada a logística, mas foi uma experiência muito legal. Essa foi a primeira viagem de muitas que vamos fazer juntos, e estou amando ser mãe desse pequeno e aproveitar tudo que posso com ele.

Continuamos em ritmo de sling, músicas, amor e mamás. E tenho me apaixonado a cada dia por esse bebê, que apesar de tão risonho escolheu o dia do nosso ensaio para ficar sério, hahaha. Espero que vocês gostem. Quem nos registrou foi meu querido cunhado, de quem eu sou fã Nicholas.

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Desenvolvimento do bebê:

Dá gargalhadas
Já andou de avião
Fala “nenê” e “mamã”
Ama ficar em pé (com a gente segurando) e sentar – as vezes fica revezando entre ficar em pé e sentando
Começou a prestar mais atenção no nosso gato Argus
Aprendeu a me beliscar HAHAHA
Conversa muito e adora sorrir
Está ganhando muuuito peso só no mamazinho
Adora colinho e dormir abraçado, mas a noite já dorme no próprio berço

Nosso feliz natal para vocês!

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

 

Só temos que agradecer o ano que tivemos, e comemorar esse natal com a nossa família de 4 “pessoas”.

Obrigada pela companhia durante esse ano! Espero estar mais presente em 2017.
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Primeiro mês de vida

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Aqui os dias têm sido malucos e intensos, eu nem vi esse primeiro mês passar. Se tem uma dica que eu daria a todas as mães é que além de se preocuparem com o enxoval do bebê e o parto, estudem: baby blues, puerpério, pico de crescimento, salto de desenvolvimento, confusão de bicos e PRINCIPALMENTE sobre amamentação.

Amamentar é difícil, privação de sono é difícil e voltar para a casa com um serzinho que depende única e exclusivamente de você é assustador. Na maternidade eu estava surtando de alegria, brinquei que tive o oposto de depressão pós parto (que fique bem claro que era uma piada minha e não uma forma de ofender quem tem depressão, coisa que é muito séria, ok?!), o Léo dormiu as duas noites INTEIRAS na maternidade, eu acordava ele a noite para fazer ele mamar, porque ficava com medo de passar aquela “reserva” com a qual eles nascem, e o leite não descer por falta de estímulo, por isso estimulava muito mesmo, e ia ajeitando a pega dele.

Nos primeiros dias em casa eu tive alguns momentos que pareciam que eu estava ficando maluca, coisas do tipo: eu vi meu gato pulando da cama e achei que era o bebê se jogando no chão. Meu susto foi tão grande que rendeu uma crise de choro. Acordei no terceiro ou quarto dia em casa e levei um susto ao ver um bebê ao meu lado. Na confusão da falta de dormir, com a loucura que é a vida pós parto, eu cheguei a simplesmente não lembrar quem era ele, e perguntei ao meu marido se era nosso aquele bebê. Quando ele confirmou que sim, comecei a chorar compulsivamente.

O baby blues durou por volta de 5 dias e os finais de tarde eram a coisa mais assustadora e melancólica de todas. Tinha medos irracionais e achava que ele poderia morrer a qualquer momento. Tive medo de perdê-lo, medo de não dar conta, medo de não conseguir cuidar dele. Medo, medo, medo… Se não fosse o apoio e colo da minha mãe e irmã que estavam aqui, e o acolhimento do meu marido, não sei como teriam sido esses dias.

Esse primeiro mês exige dedicação exclusiva, abdicação do seu tempo, você está sangrando, vazando leite, se adaptando a uma nova rotina, conhecendo melhor o seu bebê e descobrindo sentimentos que nem imaginava que podia ter. É mágico, é apavorante e é delicioso. Nós sobrevivemos a esse primeiro mês com a ajuda da família que veio de SP para cá e nos alimentaram, nos apoiaram, deram colo e amor. Com grupo de apoio a amamentação no WhatsApp e com horas de pesquisas em sites como GVA.

Encerrei o mês com lágrimas ao perceber que o tempo estava voando e que a cada dia o meu bebê estava maior, e para não perder essas memórias contamos mais uma vez com a doce Laura, que nos registrou em meio a esse turbilhão de sentimentos e emoções.

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Desenvolvimento do bebê:
Fica quietinho quando coloco música pra ele, geralmente sons instrumentais
Dorme bastante durante o dia e acorda muito a noite
Fica grudado por horas e horas no mamazinho dele
No começo chorava muito para tomar banho e na troca de roupas, mas em poucos dias passou a aproveitar esses momentos
Toma banho na banheira
Adora que conversem com ele
Gosta de dormir em cima da nossa barriga
Ama ficar no colo
Gosta de andar de carro

As férias e a vontade de fazer tudo e não fazer nada

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Ainda estou me acostumando com essa vida de adulta, onde as férias são fora dos meses de janeiro, fevereiro, julho e dezembro. Honestamente eu até gosto da ideia de curtir as férias sem os lugares estarem cheios, inclusive lugares lotados me incomodam tanto que eu evito ao máximo viajar nos feriados por preguiça de congestionamento.

O fato é que eu tirei apenas 15 dias de férias do trabalho, e achei que seria tempo suficiente para dominar o mundo! Queria ir à formatura da minha prima, e ficar uns dias em SP com a minha família, depois ir pra algum lugar do nordeste, tirar meu visto americano, assistir as minhas aulas, terminar meu curso de fotografia, rever amigos que não consigo ver com a correria rotineira, colocar séries em dia, praticar inglês, fazer exercícios físicos todos os dias (há-há), marcar médicos, e por ai vai (a lista era imensa!).

No final das contas, eu consegui com muito (muito, muito) esforço terminar algumas coisas. Mas outras sequer lembrei de fazer – mesmo com uma “to do list” no meu celular, me lembrando todos os meus planos.

A verdade é que as minhas férias foram apenas um “final de semana enorme”, porque é isso que acontece comigo todos os meus finais de semana. Eu penso que vou colocar os e-mails em dia, terminar aquele trabalho que faltou, praticar um pouco mais outro idioma, ver aquele amigo que eu sempre digo que vou marcar e nunca “dá tempo”…

A arte da procrastinação é algo que me acompanha e não é somente nas férias. Eu sempre quero terminar aquele texto, aquela edição de fotos, aquele post do blog, e quando eu vejo já se passaram 3,4, 5 dias, um mês, e eu tô ainda reclamando que as coisas parecem não sair do lugar – mas quem não saiu do lugar fui eu. Acho que o único jeito é a gente correr atrás daquilo que quer, mesmo se sentindo muito cansada para conseguir, mesmo que a desculpa “eu mereço me dar o direito de comer mais, dormir mais, fazer menos exercícios…” fique pulando na nossa cabeça. As coisas não vão mudar nunca, se a gente não deixar elas mudarem.

Atualizados recentemente

Em resumo minhas férias foram assim: dormi a maior parte do tempo, consegui tirar o visto (dancinha feliz), terminei as aulas de foto, minha única viagem foi para o Rio (snif e um beijo pro nordeste), e a formatura da minha prima tava muito incrível. Não tenho o que reclamar, mas se eu me organizasse mais e dormisse menos, teria mais histórias pra contar.

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