Filmes

Netflix – Março

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Esse mês acabei não tendo tempo para assistir tantos filmes quanto queria, pois comecei a ver House of Cards, to gostando MUITO já, e acabei deixando os filmes para segundo plano. Mesmo assim, não vou deixar de compartilhar os que eu vi, lá vai:

Os Miseráveis (2012)
Les Misérables

A versão musical do romance épico de Victor Hugo sobre amor e sacrifício, apresentada nos palcos pela primeira vez em 1985, finalmente chega ao cinema.

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Meus comentários: de modo geral sempre fui fã de musicais, mas confesso que achei um pouco cansativo de assistir. Apesar disso o filme é maravilhoso e vale muito a pena ver, é emocionante. Ah, e na cena inicial aparece o Hugh Maravilhoso Jackman, e a caracterização é tão incrível, que demorei VÁRIOS segundos para identificá-lo.

A Saga Crepúsculo – Amanhecer – Parte 2 (2012)

The Twilight Saga: Breaking Dawn: Part 2

No capítulo final da saga, o nascimento da filha de Bella e Edward provoca um confronto com os Volturis que pode mudar a vida deles para sempre.

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Meus comentários: não sei se vocês sabem, mas eu era obcecada por Crepúsculo, daquele nível de assistir quase todo dia bem coisa de adolescente, mas eu já estava bem grandinha. Nos últimos dois filmes da Saga, eu ainda fui assistir na pré estreia e tudo mais, mas já estava mais “desencanada” por isso eu mal lembrava desses dois últimos, já que só vi uma vez cada. Foi muito legal rever, e agora temos todos disponíveis no Netflix, então com certeza um fim de semana desses vou fazer uma maratona. Hehe. Não é o melhor filme de todos, mas super vale a pena. PS. Me da muita aflição aquele bebê deles com dentinhos, coisa mal feita e que cara estranha, grrrr. Agonia define.

Beyonce: I Am… World Tour (2010)

Filmado na presença de mais de um milhão de fãs no mundo inteiro através da turnê I Am… Tour entre março de 2009 e fevereiro de 2010.

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Meus comentários: show maravilhoso da musa Beyonce, não preciso nem comentar muito… ver ela dançando e cantando ‘ao vivo’ – obrigada por essa, Netflix <3

Viciada em séries: Bates Motel

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Gente preciso contar, desde Dexter eu não me sentia TÃÃÃO viciada e desesperada para assistir uma série como estou com Bates Motel. Quando eu fiz a resenha do filme Psicose do Hitchcock eu comentei que a série já tinha sido lançada, mas eu ainda não tinha começado a ver e nem fazia ideia que seria tão boa assim.

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A primeira temporada foi lançada em 2013, e ela é um “prólogo contemporâneo” do filme, ou seja, conta a história dos personagens antes do filme, mas nos dias atuais (o filme era de 1960). A história começa com a morte do marido de Norma, e após esse acontecimento ela decide mudar para a cidade de White Pine Bay com seu filho Norman Bates, eles compram o motel e eles tentam começar uma nova vida. São 10 episódios com duração média de 45 minutos cada um, e a trama mistura suspense e drama.

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O relacionamento entre mãe e filho é o tópico central da história, onde conseguimos observar as atitudes bizarras que o levaram a ser o louco que era em Psicose (quem não assistiu assista antes de ver a série!). O ator escalado para esse papel é o Freddie Highmore, nosso menininho “Charlie” em a Fantástica Fábrica de Chocolate – versão do Tim Burton com Johnny Depp. E ele é um dos motivos da série ser tão boa, a atuação dele está impecável e inclusive os olhares do personagem de Hitchcock ele reproduz fielmente.

norman_bates_1 Freddie Highmore X Anthony Perkins (ator do filme de 1960)

Outro ponto altíssimo dessa série é graças a atuação de Vera Farmiga ela é perfeita nesse papel, e consegue deixar a gente irritado, com pena, com compaixão, tudo junto ao mesmo tempo. Que atriz incrível! Os demais atores são igualmente ÓTIMOS e eu fico impressionada com isso, porque geralmente em séries eles vão aos poucos melhorando os personagens e aprofundando na atuação, e nessa mesmo sendo super nova já consigo ver o quanto todos são muito bons para seus papéis.

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Outros personagens importantes:

Dylan Masset (Max Thieriot) é meio irmão de Norman, filho de Norma e tem um relacionamento conturbado com a sua mãe.

Emma Decody (Olivia Cooke) é amiga de Norman, que se sente atraída por ele quase que imediatamente, ela é uma personagem bem inteligente, e apesar de ter uma doença chamada fibrose cística, que a obrigada a viver com um cano e um cilindro a tira-colo, ela procura viver como uma adolescente normal da sua idade.

Alex Romero (Nestor Carnonell) é o xerife da cidade, ele é bem sério e correto.

Bradley Martin (Nicola Peltz) é uma menina super popular, bonita e vira amiga de Norman, ele é super apaixonado por ela, mas ela não corresponde a esse amor, porém ela é uma fofa com ele.

Zack Shelby (Mike Vogel) é um policial da cidade que se interessa por Norma, esse ator era um dos meus amores de adolescência, hahahaha. É até ruim ver ele tão “acabado” como ele tá na série (comparando com o que ele era antes).

O trailer da primeira temporada para vocês terem uma ideia do que eu estou falando:

Já devorei a 1ª e a 2ª e estou ansiosa esperando o início da 3ª temporada.

Netflix – Dezembro

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Em dezembro consegui assitir 14 filmes no Netflix e comecei a ver uma série nova (The Good Wife), então vou falar só dos MUITO bons e no final escrevo bem resumido o que achei dos outros que não foram tão bons assim, combinado?

Donnie Brasco (1997)

O agente do FBI Joe Pistone (Johnny Depp) se infiltra na máfia com o nome de “Donnie Brasco”, e começa a se identificar cada vez mais com os homens que deve capturar. Mike Newell dirige este drama baseado em fatos reais, que explora o relacionamento entre o caçador e a caça: o mafioso (Al Pacino) que toma Brasco sob sua tutela. Com Anne Heche e Bruno Kirby.

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Meus comentários: Meu povo, que filme é esse? SENSACIONAL. Tem uma pitada de humor, mostra como funcionava dentro da máfia, o quanto um trabalho que exige tanto envolvimento pode deixar a vida dentro de casa abalada, fala de lealdade e tem dois dos meus atores preferidos, apenas tudo isso. Uma coisa que aprendi também é que filme bom (geralmente) é filme baseado em história real, e esse faz parte dessa categoria.

Profissão de Risco (2001)
Blow

George é um traficante de cocaína que surgiu do nada e se tornou um dos maiores chefes do tráfico nos EUA.

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Meus comentários: Mais um filme ótimo com o Johnny Depp e Penelope Cruz, conta como foi que o personagem começou a vender drogas, mostra todo o glamour e também o lixo que é esse universo, onde um dia você “tem tudo” e no outro pode estar preso ou morto. Outro ponto marcante nesse filme é o relacionamento do personagem com seu pai e com a sua mãe, como a vida que os pais levam pode influenciar algumas escolhas e o quanto relacionamentos baseados em dinheiro podem ser frágeis. Esse está também na categoria “baseado em fatos reais”.

O grande herói (2013)
Lone Survivor

Mark Wahlberg é um oficial da marinha norte-americana neste drama repleto de ação baseado em uma missão verídica fracassada para capturar um chefe do Talibã.

Meus comentários: Conta a história real de uma equipe americana que estava em uma missão quando perdeu a comunicação a base, e foram encontrados pelos seus inimigos. Nesse filme podemos ver os soldados passando por coisas inimagináveis de sobreviverem e vemos o quanto o corpo pode aguentar em momentos assim, também achei legal mostrar que mesmo em território inimigo, sempre existem pessoas inocentes e do bem, porque geralmente eu fico meio irritada com filmes americanos super patriotas onde eles são sempre os bons moços/heróis enquanto o resto são terroristas/maus.
Blackfish (2013)
Este fascinante documentário analisa a vida da baleia assassina Tilikum, que vive em cativeiro e já causou a morte de várias pessoas.
Meus comentários: Já havia assistido trechos desse documentário e lido muito a respeito dele, mas pela primeira vez parei e assisti do começo ao fim. Vou contar que escorreram lágrimas várias vezes, e não foi pelas mortes que a baleia causou (não me chamem de insensível), mas por tudo que ela passou até se tornar essa “baleia assassina”. Terminei o documentário completamente apaixonada por essa espécie e com a certeza de que fiz muito bem na época que fui para Orlando de não ir a esse parque (Sea World). Sem contar que fala muito da manipulação tanto que foi feita pela mídia e com a mídia, a manipulação que os funcionários sofriam e como a gente acaba acreditando em qualquer coisa que nos falam, como por exemplo, as informações que eles passavam sobre as baleias nesse parque a maioria era mentira.
Dormindo com o inimigo (1991)
Sleeping with the Enemy
Uma esposa espancada escapa do marido fingindo a própria morte e começa uma vida nova com uma nova identidade, até que o marido volta a encontrá-la.
Meus comentários: A Julia Roberts está incrível nesse filme, e é bem engraçado ver ela mais nova que eu, hahaha, conta a história de uma mulher que sofria violência doméstica e planejou durante vários meses como iria fazer para abandonar seu marido e a vida que estava levando. Esse filme eu não amei tanto quanto os que comentei ali em cima, acho que tiveram umas cenas meio nada a ver e no fim a resolução foi super rápida, mas valeu a pena gastar meu tempo assistindo e recomendo sim, quem estiver procurando um filme drama/suspense pode ver que é bom.
Outros filmes que eu assisti durante esse mês:
Na teia da aranha (2001) – um filme de suspense com um ator que adoro (Morgan Freeman) que conta a história de um professor que sequestrou uma aluna por motivações políticas. O filme tinha tudo para ser muito inteligente e bem amarrado, mas teve tanta reviravolta que ficou muito sem noção.
A estranha perfeita (2007) - é um filme de suspense interessante, não amei mas achei bom, dá para assistir em um domingo a noite que você estiver a toa. O filme é com a Halle Berry e com o Bruce Willis.
Cinco Anos de Noivado (2012) – com Jason Segel e Emily Blunt conta a história de um casal que teve que adiar a sua festa de casamento algumas vezes por diversos motivos e zzzzzzzzzzzz. Sério, bem exagerado, podiam ter casado logo e não cansado minha beleza. Vale a pena só se você tiver MUITO a toa e sem opção melhor, porque não chega a ser MUITO ruim, só não é bom.
Jornada Pela Justiça (2010) - conta uma história real (e revoltante) de um homem inocente que foi preso. Eu vi outros filmes recentemente, mas não no Netflix, sobre situações parecidas, onde as pessoas primeiro vão presas, perdem anos e anos de sua vida, sua família é destruída e depois algum advogado realmente interessado consegue provar sua inocência, eu fico revoltada só de pensar quantos não tiveram a oportunidade de uma defesa decente e estão lá sem merecer. #momentorevolta
Par Perfeito (2010) – em algum momento da minha vida eu era APAIXONADA pelo Ashton Kutcher e as comédias água com açúcar que ele fazia, mas essa é tão no sense e exagerada, que nem com ele e com a linda e fofa da Katherine Heigl foi possível achar esse filme bom. No começo é engraçado e tem cenas legais, mas só vai ficando ruim com o decorrer dos minutos de filme. Mais uma vez, não vou tirar completamente a credibilidade do filme e me arrisco a dizer que vale a pena aquele dia que você não vai se importar em assistir cenas suuuuuuper exageradas e desnecessárias.
Babel (2006) - com Brad Pitt, o filme conta a história de um casal que estava de férias em Marrocos após sofrer uma tragédia pessoal, e é atingido por uma bala perdida disparada sem querer por uma criança local. A história é narrada em 4 países diferentes e é contada de vários pontos de vista. Achei bem interessante e é um filme bom, que vale a pena assistir.
Janela indiscreta (1954) – filme de Hitchcock com a MA-RA-VI-LHO-SA Grace Kelly, conta a história de um fotógrafo, interpretado por James Stewart, que após sofrer um acidente que o impede temporariamente de sair de casa, passa a observar seus vizinhos de forma obsessiva. De modo geral eu sou uma fã dos trabalhos do Hitchcock e como já contei aqui eu adoro filmes antigos, mas esse não foi nada UAU.

Patrick Maia: Piadas Para Pessoas (2014) – é um stand up de um ator de São Paulo, que eu particularmente achei super engraçado e já recomendei para vários amigos assistirem, eu dei muita risada mesmo.

Agora chega que meus dedinhos já estão cansados, espero que vocês consigam aproveitar alguma dica.

Netflix: Novembro

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Como todo começo de mês, eu vim contar para vocês o que eu assisti e o que achei dos filmes no Netflix esse mês.

Mãos talentosas: A história de Ben Carson (2009)
Gifted Hands: The Ben Carson Story

Cuba Gooding Jr. é um cirurgião pediátrico que supera grandes obstáculos para estudar medicina e salvar vidas no Hospital Johns Hopkins.

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Meus comentários: Um filme fantástico, baseado em fatos reais, que conta a história de um médico neurocirurgião. Gosto muito de filmes baseados em histórias reais, e esse foi especial pois mostra uma mãe analfabeta, que incentivava os filhos a estudarem e darem o seu melhor, criando eles sozinha em uma época que era super difícil ser mãe solteira. Fiquei apaixonada por vários momentos, tipo ela limitando eles assistirem televisão para lerem livros <3

Uma Manhã Gloriosa (2010)
Morning Glory

Uma jovem produtora prodígio coloca seu talento à prova ao ser encarregada de recuperar a audiência de um programa de TV matutino.

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Meus comentários: A minha queridinha Rachel McAdams protagoniza esse filme no papel de uma jornalista que foi demitida da produção de um programa no qual trabalhava, foi recontratada e está tentando salvar a audiência desse programa matinal tentando trazer um jornalismo de qualidade. Eu gostei muito por motivos de ~amo a Rachel e sou jornalista~ adoro esse mundinho e mesmo esses filmes exagerados e caricatos sobre o tema são gostosos de assistir, ao meu ver. Valeu a pena!

Quando Em Roma (2010)
When in Rome

Após pegar moedas de uma fonte na Itália, a cínica Beth Harper acaba sendo cortejada por vários pretendentes sedutores.

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Meus comentários: Sabem aqueles filmes previsíveis, com cenas suuuuuper exageradas, tipo comedia-trapalhona-família? Pois então. Sério, foi terrível de assistir, teve uma cena ou outra que foi interessante, mas gente, que sofrimento…

Psicose (1960)
Psycho

Quando uma funcionária de uma imobiliária comete um roubo e foge com um monte de dinheiro, esperando começar uma nova vida, ela acaba no famoso Hotel Bates.

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Meus comentários: Sou louca por filmes antigos e clássicos, mas me julguem: eu nunca havia assistido Psicose. Já tinha uma ideia do enredo e de algumas coisas que iriam acontecer, mas foi a primeira vez que o vi, e gostei tanto, que já fui atrás de pesquisar mais e descobri que lançaram uma série chamada “Bates Motel” contando outros casos que aconteceram nesse motel. Resumindo: sensacional.

Um presente para Helen (2004)
Raising Helen

Helen é uma funcionária ambiciosa de uma agência de modelos que está prestes a ser promovida quando acaba se tornando guardiã dos três filhos de sua falecida irmã.

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Meus comentários: Mais um filme com aquele humor típico de filme-família, achei algumas partes “legais”, outras super previsíveis, e no geral não é um filme que eu recomendaria para alguém assistir. Várias horas eu queria desligar e ir dormir, de tanta preguiça. A única ideia boa que eu achei do filme é que quando ela era a tia legal, ela achava lindo a sobrinha ter RG falso e o escambau (haha, adoro essa palavra) e depois que ela foi criar a menina viu que belezinha de ser humano estava sendo criada, ou seja, é muito fácil ser legal com pessoa/criança que não é sua a responsabilidade de educá-lo, né não?!

Resumindo, até que tá bom né? 3 bons e 2 ruins foi uma média aceitável. Mês que vem volto com mais dicas, e quanto a séries, voltei assistir How I met Your Mother, e Once Upon a Time (que já comecei e parei algumas vezes). E finalmente, mil anos depois, terminei a última temporada de Gossip Girl, haha.

Netflix – Outubro

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Esse mês eu não tive muito tempo de ver Netflix, e as minhas poucas escolhas não foram super bem sucedidas, mas vou contar hoje um pouco do que assisti em outubro e o que achei.

Professora Sem Classe (2011)
(Bad Teacher)

Sinopse: Quando uma professora mal-educada e cheia de artimanhas leva o fora do namorado rico, ela tenta enfiar suas garras no novo professor bonitão da escola.

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Meus comentários: Esse filme eu dividiria assim – parte boa: Atores que eu gosto (Cameron Diaz, Justin Timberlake  – não gosto tanto como ator mas ok – Jason Segel). Parte ruim: o enredo, a abordagem, a história, as cenas… Um erro atrás do outro. Eu só assisti até o fim porque sou esperançosa, mas que filminho mais ou menos viu. Resumindo, ela é uma professora super interesseira, só procura os homens por dinheiro e para sustentá-la, não se esforçava nada em seu trabalho, e é claro que depois sai de heroína na história, porque sim.

Lolita (1997)

Sinopse: Jeremy Irons interpreta Humbert, um homem de meia-idade obcecado por uma adolescente nesta adaptação do romance de Vladimir Nabokov.

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Meus comentários: Nunca li o livro ou vi a primeira versão desse filme, mas achei que por ser um clássico valeria a pena… Eu não sei explicar, mas achei beeem bizarra a história toda. Meu lado politicamente correta detestou e meu lado não politicamente correta concordou com o lado que é. Hahaha. Resumindo, bizarro o tiozão obcecado pela pirralha, bizarro o jeito dela de mimada, sem-noção, que dá em cima de caras velhos. (Viram que to dando sorte né? Dois ruins no mesmo mês and counting…)

Multishow Ao Vivo: Vanessa da Mata (2009)

Sinopse: Lançado em Abril de 2009 e gravado para a série Multishow Ao Vivo, na cidade histórica de Paraty, Rio de Janeiro.

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Meus comentários: Apesar de gostar de algumas músicas da da Vaness da Mata ZzZzZzzzzzzzzZZzzzzzzZ

Amor Impossível (2011)
(Salmon Fishing in the Yemen)

Sinopse: Um sheik apaixonado por esportes pretende introduzir a pesca com moscas no Oriente Médio e procura a ajuda de um especialista britânico de pavio curto.

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Meus comentários: Esse mês eu não dei sorte na escolha de filmes, esse filme é tão blá, a história tão chata, os atores/personagens tão desinteressantes e zero carismáticos, e umas conversas tãããão chatas que em resumo eu diria que é um filme chato e não vou me esforçar para me aprofundar muito mais no assunto.

Mad Men

Sinopse: Ambientada na Nova York dos anos 60, essa série mostra a realidade de uma agência de publicidade numa época em que a concorrência ferrenha tinha o seu glamour.

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Meus comentários: Como eu estava semi-orfã de séries para ver com o marido (eu divido as minhas séries nessa categoria com marido e sozinha), eu resolvi começar a ver Mad Men. O que eu adoro sobre essa série são as roupas, as casas, os carros, e o estilo de vida dos anos 60 retratados nela. Ainda não deu pra morrer de amores, mas estou me interessando por ela…

Nas profundezas do mar sem fim (1991)
(The Deep End of the Ocean)

Sinopse: Uma mãe fica desesperada com o desaparecimento de seu filho de 3 anos, mas ele reaparece nove anos depois na cidade para a qual a família acabou de se mudar.

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Meus comentários: Um filme interessante, com bons atores, a história trata do desaparecimento de um filho, mas também conseguimos ver o impacto da vida disso em cada membro da família e da pra refletir um pouco sobre algumas importâncias ou prioridades que fazemos. Diria que é um filme bem domingo a tarde.