Filmes

Joy: O nome do sucesso

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Sempre essa época do ano eu tento assistir o maior número possível de filmes que estão concorrendo ao Oscar pra tentar fazer minhas “apostas”. E hoje eu assisti o filme “Joy: O nome do sucesso”, com a maravilinda Jennifer Lawrence, além de grandes nomes como Robert De Niro e Bradley Cooper casa comigo?.

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O drama narra a história real da inventora Joy Mangano, uma mulher que desde a infância sempre se mostrou muito criativa, e vivia inventando utilidades. A vida dela é bem conturbada, pois ela é responsável pela mãe e pelos filhos, além de lidar com todo o drama da família, e a inveja da meia-irmã, ela tem poucas expectativas para a própria vida, até que cria um produto revolucionário.

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É um pouco desesperador ver esse filme, em particular para mim, pois quando você trabalha com criatividade, e depende muito dos outros para o que você oferece ser enxergado com o seu real valor, você se coloca no lugar da personagem e pensa: será que ainda vou passar tudo isso para as coisas darem tão certo? Mas o legal é que a gente consegue enxergar “de cima”, e ver que com determinação e garra os obstáculos vão sendo enfrentados.

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Filme recomendadíssimo!

Popcorn time: os últimos filmes vistos

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Como não escrevo esse há algum tempo aqui no blog a lista tá gigante, por isso vou dividir nos próximos posts. Hoje quis falar de alguns filmes que vi recentemente no Popcorn Time e que de alguma forma me marcaram (quem ainda tiver dúvidas sobre o que é e como funciona recomendo ler esse post AQUI).

Eu gosto muito de fazer essa lista aqui no blog porque acaba sendo um registro para mim e para a minha memória que é péssima – nunca lembro direito o que eu já assisti. Também acredito que esse tipo de post ajuda muito, já que várias vezes eu mesma me pego caçando opções para assistir lá, porque quanto mais filmes são disponibilizados, mais eu fico perdida sobre qual assistir. *a lista não está na ordem do melhor para o pior, são todos filmes que eu achei que valem a pena serem vistos. 

Inside Out (2015)

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Uma animação bem inteligente, ao meu ver, conta como é a vida dentro da cabeça de Riley, uma menina de 11 anos que acaba de sair com os pais de sua cidade natal para morar em São Francisco. Dentro da “sala de comando” do cérebro dela convivem várias emoções diferentes, como a Alegria, o Medo, a Raiva, o Nojinho e a Tristeza, e em cada momento uma assume um pouco do controle. Gostei muito da forma simples que mostrou como as emoções tomam conta e a necessidade de termos todas elas, e não só a alegria, por exemplo. Super fofo, e recomendadíssimo para todas as idades.

Interstellar (2014) 

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Num futuro não muito animador o nosso planeta está vivendo uma época ameaçadora para a espécie humana, e um grupo de cientistas são enviados para o espaço, em busca de planetas que possam abrigar os moradores daqui e evitar a nossa extinção. Eu sou completamente apaixonada pelo estudo de planetas, estrelas, buracos negros e tudo que envolve astronomia, tanto que quem me conheceu na infância me ouviu falar algumas vezes sobre meu sonho de ser astronauta hahaha. Por isso acho que fico maravilhada com esse tipo de filme. Tem várias questões complexas tratadas dentro do filme, desde dramas da vida pessoal, até viagem no tempo, e relatividade. Um dos meus filmes preferidos dos últimos tempos, sem dúvidas.

The Cokeville Miracle (2015)

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O filme retrata uma história real, que aconteceu nos Estados Unidos em 1986, quando as crianças da escola primária de uma pequena comunidade cristã de Cokeville, Wyoming, foi mantida refém por um lunático, que com a sua esposa queriam provar que descobriram uma forma de reencarnar. Ainda não inventaram palavras para eu descrever o que senti enquanto assistia esse filme, fiquei emocionada, arrepiada, e maravilhada com o milagre que aconteceu com essas crianças, que mesmo após a explosão da bomba saíram todas vivas. Se tem um filme que eu diria para TODAS as pessoas assistirem, esse é o filme.

True Story (2015)

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Baseado em fatos reais, o criminoso Christian Longo (James Franco) dá exclusividade ao jornalista do New York Times Michael Finkel (Jonah Hill) cobrir a sua história. Longo viveu foragido por anos, e esteve presente na lista dos mais procurados do FBI. O filme nos deixa com aquela sensação de não saber o que é verdade e o que não é, e alguns detalhes são passados de forma bem sútil. Achei bastante intrigante e envolvente a trama.

Every Thing Will Be Fine (2015)

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Novamente um filme com James Franco (amo!) conta a história de um escritor que está em busca de inspiração e com problemas conjugais, quando um acidente acontece e muda toda a sua vida. Falando dessa forma o filme parece meio clichê, mas já aviso que não é! A trama é bem intensa, e até um pouco “estranha” para quem está acostumado com filmes mais comuns, em que os diálogos contam a história. Esse deixa margem de sobra para sentirmos os personagens e interpretarmos as situações que não são ditas, e como eu já tenho a fama da pessoa que gosta de filmes estranhos (nem ligo) esse é um daqueles que causam um desconforto ao assistir, mas que nos levam a algumas reflexões valiosas.

Esses últimos três filmes que vou contar, tem a ver com a minha eterna vibe adolescente, eu gosto muito de filmes que mostram essa fase dos 17/18 anos da vida, onde várias decisões importantes são tomadas e determinam o futuro.

 

The Perks of Being a Wallflower (2012)

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“As vantagens de ser invisível” em português, conta a história de um grupo de adolescentes cercados de dramas familiares, festas e descobertas. Uma das minhas frases preferidas na vida é desse filme (que foi baseado no livro com o mesmo nome) e diz “Nós aceitamos o amor que achamos que merecemos.” O personagem principal Charlie (Logan Lerman) é a coisa mais fofa desse mundo, um cara solitário, que está se recuperando de perdas pessoais e uma terrível depressão quando conhece Patrick (Ezra Miller) e Sam (Emma Watson). O filme tem aquela pegada indie que tenho visto com maior frequência atualmente, o roteiro é inteligente, divertido e até chocante. Só de escrever sobre me deu vontade de ver de novo <3

Me and Earl and the Dying Girl (2015) 

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A história começa com Greg (Thomas Mann), que está no último ano do ensino médio tentando passar por essa fase da forma mais anônima possível. Ele e seu único amigo Earl (RJ Cyler), gostam de criar filmes juntos. Mesmo sem gostar de fazer muitas interações sociais, sua mãe o obriga a fazer amizade com uma colega de classe que tem leucemia. O resto vocês vão saber quando assistirem. Não sei se quando eu falei de Bates Motel eu deixei claro o quanto eu era apaixonada pela atriz Olivia Cooke, e nesse filme ela está simplesmente incrível.

Paper Towns (2015)

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“É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.” Um filme que também é cheio de frases marcantes, como as do livro. Apesar de ter me apegado menos a esse do que aos dois anteriores, a história de Quentin Jacobsen (Nat Wolff) e sua enigmática vizinha Margo Roth Spiegelman (Cara Delevingne), mostra um amor platônico de infância que virou, a meu ver, uma certa obsessão na vida do adolescente. Após o sumiço de Margo, o personagem principal passa a dedicar todo seu tempo livre em busca de pistas para reencontrá-la.

Popcorn time: os filmes do feriado

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Aproveitei o feriado para terminar alguns episódios de séries que eu acompanho, comecei a ver também algumas séries como Fear The Walking Dead, Narcos e Scandal. Agora to com várias séries pela metade porque alguns episódios ainda não lançaram, e minha memória é tão ruim que as vezes esqueço de ver alguma por simplesmente não lembrar dela. Hahaha. Mas nem só de séries foi o feriado e vi três filmes que eu adorei e precisava escrever sobre.

Big Eyes (2014)

Eu tenho um gosto bem peculiar para filmes, alguns tocam minhas emoções e meu coração de um jeito que não consigo nem explicar, e Big Eyes com certeza é um desses filmes. A trilha sonora tem Lana Del Rey, é dirigido por Tim Burton  e  é baseada em fatos reais – exatamente meu tipo de filme. A trama conta a história da pintora pintora Margaret Keane (Amy Adams), uma artista dos anos 50, que fazia quadros sempre com crianças com olhos grandes, mas que por viver em um mundo machista não conseguia vender a sua arte, tendo assim deixado seu marido assumir a autoria de seus trabalhos. Além disso o filme conta com a incrível interpretação de Christoph Waltz como marido de Margaret e também artista.

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The Imitation Game (2014)

Esse filme estava na minha lista há tempos, mas eu achava que ele era completamente diferente sem sequer ver o trailer, apenas julgando pelo título, haha. No filme o matemático Alan Turing (Benedict Cumberbatch) de apenas 27 anos constrói uma máquina para o governo britânico durante a 2ª Guerra Mundial, o objetivo da máquina é descodificar as mensagens que os alemães trocam entre eles e descobrir suas estratégias. Eu amei a história, ele conseguiram transformar algo que poderia ser massante e entediante, em algo entendível para nós leigos e emocionante.

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I Origins (2014)

A história é sobre o cientista Ian Gray (Michael Pitt) obcecado por olhos, que está estudando essa parte do corpo humano em seu doutorado, ele é um personagem extremamente cético e se apaixona por Sofi (Astrid Berges-Frisbey) uma mulher que tem as crenças completamente opostas as dele.O filme é pirado, cheio de viagens, meio poético, dramático, intenso, ou seja, tipo de filme perfeito para mim. Quando comecei assistir eu não sabia nada sobre ele, mas ao ver o trailer senti uma enorme curiosidade, e essa mesma curiosidade me envolveu durante todo o percurso do filme. Eu não sei explicar exatamente o que eu tanto amei, mas desde a narrativa, a intensidade dos personagens e os diálogos, achei tudo perfeito, bem amarrado e surpreendente.

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Popcorn time: 3 filmes do fim de semana

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Esse fim de semana assisti mais alguns filmes, só para variar. Agora é aquele momento que vocês pensam: “nossa ela fala tanto de filme, acho que não faz mais nada da vida e não tem amigos ou convívio social”. Se você pensou isso, sim, você está certo. Haha. Mas confesso que mesmo quando eu faço várias coisas durante o fim de semana, sempre dá tempo de ver algum filme, mesmo que seja a noite antes de dormir.

Dessa vez eu não fui tão feliz nas minhas escolhas, mas dai tem muito do gosto pessoal mesmo, por outro lado o Gustavo não odiou os que eu odiei, então pode ser que vocês gostem, meu conselho é: tentem ver o trailer e decidir se assistem ou não, para não me culparem depois.

1. Focus (2015)

Esse filme eu não perderia pelo simples fato de ter a Margot Robbie nele, também adoro o Will Smith, e dos três filmes que vi durante o fim de semana esse com certeza foi o melhor. Na história do filme ele é um trapaceiro profissional – e ela uma trapaceira amadora. Ele ensina ela aplicar alguns golpes, e eles se apaixonaaam. Owwwn <3 Hahaha. Enfim, tem muito rolo e reviravolta no meio disso tudo, algumas coisas são meio mal explicadas, mas dá pra se divertir vendo esse filme.

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2. This is where I leave you (2014)

Conta a história de uma família judia, que não era muito de seguir as tradições, mas como último pedido do pai falecido se reúnem por 7 dias seguidos, após o enterro e começam a reviver momentos familiares e crises entre eles. Olha, o que falar desse filme que eu terminei de ver e pensei “por que eu perdi meus preciosos minutos vendo isso em vez de olhando para a parede?”. Sabe um filme que não acrescenta nada na sua vida? Não chega a ser super ruim, mas não é legal. Deu pra entender?

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3. Home sweet hell (2015)

Assim, eu adoro a Katherine Heigl, e ela está super bem no papel de psicótica, mas que filme ruim! A história é basicamente assim: o marido traí a esposa com uma funcionária dele, ela descobre, quer que ele mate a mulher e disso pro fim o filme vira algo tão no sense que eu não sei como alguém tem criatividade para criar uma história tão louca.

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Popcorn time: 3 filmes do fim de semana

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Esse final de semana vi 3 filmes bem legais no Popcorn Time (já falei sobre esse programa/app AQUI). Sempre é muito difícil escolher o que assistir, porque são tantas opções que acabo me perdendo, então acho que ajuda muito posts como este, pois sempre que quero ver algum filme vou atrás de opiniões em outros blogs, agora chega de enrolação e vou falar dos que eu vi durante o final de semana e o que achei deles:

1- Strangerland (2015)

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O filme conta com a atuação de Nicole Kidman e Joseph Fiennes, um casal com dois filhos que acaba de se mudar para o deserto australiano, o filme envolve alguns mistérios sobre a família do casal, o envolvimento romântico da filha adolescente com o ex-professor, e o sumiço repentino e inexplicável da filha e do irmão mais novo. É um filme que prende a atenção, mas me incomodou um pouco algumas partes meio sem noção, sem explicação e confusas, não digo para largar tudo que você está fazendo agora e assistir, mas também não chega ser perda de tempo vê-lo. Nota: 2,3 estrelas.

2- The Babadook (2014)

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Fui surpreendida positivamente por esse filme – que provavelmente se tivesse visto apenas o trailer não teria assistido. Produzido na Austrália esse thriller psicológico é intenso e cheio de momentos que te deixam sem fôlego. Acredito que esse filme foi diferente de tudo que eu já vi nessa categoria, e me fez entrar na pele da personagem. Falando em personagens os atores que dão vida a eles são incríveis, Noah Wiseman, no papel do filho Samuel, e Essie Davis, como a mãe Amelia são duas pessoas super complexas, que tiveram a vida moldada pelo acidente levou a morte do pai da família. Se você não viu, eu recomendo com certeza. Nota: 4,5 estrelas.

3- Begin Again (2014)

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Conta a história da ex-namorada (Keira Knightley) de um cantor que está começando a ficar famoso (interpretado por Adam Levine <3), que tem um super talento para compor, tocar e cantar, mas que até o fim da relação vivia na sombra do namorado. O término e a apresentação em um bar quase forçada por um amigo, faz com que ela conheça um produtor musical (Mark Ruffalo) que estava também com a vida tão bagunçada quanto a dela, e eles começam a gravar um álbum de forma diferente em vários pontos da cidade de NY. A trilha sonora é deliciosa, cheia de músicas fofas que passarei muito tempo ouvindo, além da história ser bem gostosa de acompanhar. Nota: 3,5 estrelas.