November 2013

A minha pior queda de longboard – até agora

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

 Esse post pode conter cenas fortes

Eu estava ansiosa esperando o feriado para escrever aqui, eu tenho esse site como uma espécie de penseira (HP <3) e eu acabo falando de mil assuntos, pois é uma forma de ter registrado para mim mesma tudo que eu fiz e gostei nessa fase da vida. Mas antes mesmo do feriado chegar eu já tinha acabado com ele: tomei o maior róla de longboard em toda a história da minha vida (até agora, como citei no título).

314906_120049954771158_1588985654_nmeu bródinho Matheus – foto por Nicholas Dias

Era quinta-feira, véspera de feriado, e tínhamos decidido não viajar para evitar o trânsito e aproveitar o momento para arrumar nossa casa para o Natal, descansar, ir ao cinema, e fazer essas coisas que amo fazer na cidade durante os feriados, pois fica todo mundo na praia e Curitiba fica vazia e todinha só pra nós <3 Ai eu e a minha inteligência decidimos ir pra rua com o meu long (presente dado pelo meu bróder Ruben – também conhecido pela nossa sobrinha como tio limão) e fui andar sem nem conhecer a rua nem nada, no meio dos carros mesmo ok, não tinha muito carro porque era de noite já e sem equipamento de proteção nenhum (uiiiiiii).

313275_120049808104506_694393058_n Matheus – por Nicholas Dias em Vinhedo SP

Resultado: eu cai não só uma, mas DUAS vezes. Deixa eu começar pelo começo. Long é um skate que serve para pegar velocidade, certo? E meu irmão montou um top que pega MUITA velocidade com um rolamento incrível, certo? E eu sou nível intermediário 1 e não deveria pegar tanta velocidade sem equipamentos, certo? Então quando eu caí da primeira vez deveria ter deixado pra lá, afinal já tinha conseguido uns ralados bem tops, já estava de bom tamanho.

Mas nãããão, eu precisei continuar e cair DE NOVO com a cara no asfalto e quebrar o nariz (eu quebrei mesmo o nariz), pra aprender que eu não posso ser tão corajosa. Sério, na hora a adrenalina e o sangue estavam tão a mil, que eu por um momento – enquanto estava com a fuça no asfalto – achei que estava sonhando, afinal estava ali de nariz quebrado (eu ouvi o creck barulho dele quebrando) e não estava doendo nada.

Desktop8passei o fds de biquini e shortinho porque nenhuma roupa ficava confortável, todas encostavam nos machucados – e a duck face (ou boca de Lana del Rey como eu prefiro) demorou uns 3 dias para desinchar

O resto vou contar em resumo: hospital Santa Cruz, péssimo atendimento, raio X, nariz quebrado, casa, cama sem conseguir dormir por não encontrar uma posição que doesse menos, pesadelos com o momento da queda, a memória da poça de sangue que eu fiz no asfalto, feriado inteiro fazendo gelo e sem usar o braço esquerdo para nada.

A pergunta que mais ouvi de todos nos próximos dias foi: você não sentiu vontade de quebrar o skate? Você vai parar com isso agora né? Você nem tem idade pra isso… A resposta é: não e não. Não senti vontade de quebrar, pois a culpa foi toda minha, e não vou parar de andar, porque a sensação que tenho em cima dele poucas coisas na vida me trazem, e isso não tem idade seus dumbs.

1422358_10201712915278811_581848226_n meu insta @oliveirajessica alguns dias antes do acidente

Agora para as pessoas que ficaram chocadas (gente sério, nem se eu falasse que tinha apanhado do meu marido as pessoas ficariam tão chocadas – na real acho até que elas preferiam ouvir isso) pelo fato de eu ter caído de skate, deixa eu contar essa historinha: eu sempre fui apaixonada por skate, na infância tentei mil vezes andar e NUNCA levava jeito, só conseguia andar de roller (ou patins na minha época) e pronto. Nesses anos todos sempre que eu via um skate eu tentava subir nele e andar um pouquinho, até que meus irmãos entraram há uns 3 anos (ou mais, sou péssima com datas) a andar de long. Eles começaram a me ensinar e eu via muitos vídeos na internet para aprender, até que um deles desencanou do dele (ele já teve uma queda 15x pior que a minha também sem equipamento) e resolveu me dar aquele. Desde então eu ando pelo menos umas 3x por semana, sempre no parque Barigui, e conto os minutos e os segundos pro meu dia acabar e eu sentir aquela liberdade e aquele ventinho na cara gostoso que só 4 rodas no pé dão. É isso. Fim.

A lição que aprendi com isso tudo, primeiro lembrei do manual de “Como cai de skate” que eu havia lido recentemente (posto ele em breve), segundo cheguei a conclusão que agora só saio pro meu rolê com os equipamentos comigo, se tivesse usando eles teria uns 80% menos do meu corpo machucado.

294753_120049881437832_184396396_n foto Nicholas Dias

 

Créditos:
Hilma (mãe) por ligar 15 vezes por dia, mandar mensagem e ameaçar vir até Curitiba para quebrar “essa porcaria que só serve para machucar os filhos dela”. Sério mãe, obrigada pela preocupação e por estar presente mesmo com esses 500 km que nos separam.
Gustavo (marido) por cortar minha comida, comprar curativos e aguentar eu dando chiliques, se eu fosse você teria fugido de casa o feriado inteiro. Espero que você não leia isso nem tenha essa ideia.
Madalena (sogra) por fazer sopa eslava, pizza e almoço para eu melhorar logo.
Argus (filho felino) por deixar tanto pelo espalhado pela casa – estão todos grudados nos meus machucados, quase não precisei usar algodão! Fofinho da mamãe.
 Matheus e Ruben (irmãos) pelo skate, pelas dicas, por me ensinarem “as primeiras remadas” e por entenderem o que eu tava passando e porque eu não quero parar de andar.

E se você leu até aqui obrigada também e desculpa o tamanho do post. Me empolguei.

Top 3: melhores lugares para comer petit gateau em Curitiba

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Pode ser clichê, who cares? mas eu sou completamente apaixonada por petit gateau. Teve fase que eu saia 4 vezes na mesma semana, procurando um muito bom para morrer de comer (geralmente em momentos de TPM, he-he). Então eu vou contar pra vocês a minha mina de ouro, o meu segredinho dos locais que tem os petit gateaus mais incríveis de Curitiba – para o meu paladar.

1. Freddo: Petit gateau de chocolate com dois sabores de sorvete

Não existiria a possibilidade de ter outro primeiro lugar, porque eu quase tive um treco quando descobri que existia petit gateau lá, e gente, o que é o preço? Eu queria contar pra eles que não faz sentido ser tão barato o petit gateau, sendo que o sorvete sozinho é praticamente o mesmo preço, mas preferi não contar e continuar pagando R$ 12,00 no bolinho com duas (eu disse duas <3) bolas de sorvete (você pode escolher dois sabores dentre as infinidades de sabores incríveis que eles têm), eu sempre peço uma bola de doce de leite e uma de trufa (o que é aquele sorvete de trufa? Só de pensar eu quero largar tudo e ir lá agora!)

2. Madero: Petit gateau de doce de leite com calda de frutas vermelhas

Outro lugar que amo, e ainda tem petit com o bolinho sabor doce de leite. Com certeza quando penso em comer sobremesa, o Madero vem na minha cabeça na hora. A calda de frutas vermelhas que acompanha não é a minha parte preferida, mas pra quem gosta, dá uma quebrada no doce.  (R$ 19,90)

3. Babilônia: Petit Gateau de Nutella

Eu não precisaria escrever mais nada, pois é de Nutella e poderia colocar um ponto final, mas gente o que é esse bolinho? Eu comeria sem sorvete, só pra não “atrapalhar” o gosto daquele creminho de nutella… Ai, ai. (R$ 16,00)

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Nesse post aprendemos que: eu não sei escrever sobre comida, porque eu passo mais tempo suspirando e querendo largar tudo que estou fazendo para comer, do que falando coisa com coisa. E eu não sei descrever direito as sobremesas, então vocês que ficaram curiosos terão que ir lá comer também e depois me contar se eu exagerei ou não.

foto: divulgação (Madero e Freddo)

Cuidados com o pet: Limpeza dos olhos

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Sábado de manhã é uma delicia. Enquanto o papai trabalha, eu e o Argus ficamos até tarde na cama, brincando, cochilando, fazendo carinho…

A parte mais legal de ter um gato, é que eles são tão higiênicos que você dorme com eles na cama sempre, sem nenhum inconveniente. O meu, por exemplo, só dou banho uma vez por mês e esse tempo todo entre um banho e outro ele continua cheiroso e limpinho.

Porém para um banho durar tanto, eles dependem dos nossos cuidados – algumas coisas infelizmente eles não conseguem fazer sozinhos – e uma delas é limpar os olhinhos. Por causa da raça do meu (Persa Exótico) quase sempre seus olhinhos estão lacrimejando (devido aos dutos lacrimais encurtados), eu já fui à veterinária e tratei com colírios, com pomada e no fim aceitei que ele sempre vai estar com os olhinhos escorrendo lágrimas.

Mas felizmente existem alguns truques que a gente pode fazer no dia-a-dia. A nossa vet ensinou a molhar gaze no chá de camomila para limpar os olhos, além de natural a camomila tem efeito clareador, deixando os pelos com uma aparência mais limpa (é importante sempre usar gaze mesmo, pois algodão se desmancha e entra fiapos nos olhos deles). No começo eu fazia isso, mas agora descobri uma linha de lenços umedecidos que agilizou a minha vida. Serve para gatos e cachorros – e eu pesquisei na internet que existem diversas outras marcas que cumprem essa mesma função, mas nós estamos usando um da marca Wipes Solution – Pet Solution.

IMG_2978Argus acordando com olhinhos todos sujos e carinha de louco

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ai ti peguiça de vivê maimzinha

IMG_2985“vem ficar limpinho menino!”

IMG_2992ponto, to linduco?

IMG_2991I’m sexy and I know it

IMG_2960o lenço que temos usado da Pet Solution

IMG_3001pronto pra eu encher de beijos

Apresentação4