September 2013

Avião temático: Hello Kitty

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Já pensou em voar em um avião todo temático, e mais, esse tema ser a adorável Hello Kitty? Eu já! E assim como sou fã, acredito que essa gatinha tem milhares de fãs espalhados no mundo todo, fazendo surgir assim a “Hello Kitty EVA AIR”. A frota da empresa é composta por  6 aeronaves, sendo que cada uma tem um tema como maçã, fazendo referência a fruta muito usada para descrever a personagem, que tem a altura de 5 maçãs e pesa o mesmo que 3 maçãs, e a comida preferida dela é torta de maçã feita por sua mãe.

Outros temas das aeronaves são: Estrelas Mágicas, Música Feliz, Em todo o mundo, Speed Puff (não consegui pensar numa tradução boa, mas imagino algo como ‘sopro de nuvem’) e Família Sanrio.  Os voos são direto de Taipei (Taiwan) para as cidades de Los Angeles, Tóquio, Sapporo, Fukuoka, Seoul, Guam, Shanghai e Hong Kong.

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Até então nunca tinha tido vontade de conhecer Taiwan, mas agora tô começando a ver vantagem. Hahaha.

Achei também o vídeo de uma matéria feita pela CNN sobre a empresa:

Para saber mais sobre a empresa visite o site.

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Meus vinte e cinco anos

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Como outros bilhões de seres humanos eu odeio as segundas-feiras. É um dia difícil de acordar, eu demoro a conseguir voltar para a rotina e entrar no ritmo de novo. Me bate uma depressão absurda e minha única vontade ao sair da cama de manhã é voltar pra lá quanto antes. Meu pensamento mais recorrente é única e exclusivamente nele: meu travesseiro e em quando será nosso próximo encontro.

Ainda assim, o meu aniversário esse ano caiu numa segunda-feira. Dia em que os salões não abrem, e para a minha surpresa os restaurantes (a maioria) também não. Então passei uma hora e meia do meu dia circulando de carro por todos os restaurantes que eu tinha interesse em ir e nenhum estava aberto. Confesso que realmente não sabia disso, porque pensando bem, eu odeio tanto segunda-feira que nunca saio nesse dia da semana. E é uma tradição minha jantar em algum lugar desconhecido todo ano, para sair da rotina dos velhos e bons de sempre. Por isso, só imaginem a minha cara sem nenhum restaurante bom – e que eu nunca havia ido –  aberto.

O fato é que depois de muito procurar acabamos no Lellis Tratoria, que é uma delícia, mas não era bem o que eu queria. E depois de um dia corrido, o qual eu tive treinamento o dia inteiro, dentista e mal deu tempo de parar para respirar, eu comi um dos pratos de massa mais incríveis da minha vida, voltei para a casa e fui correndo dormir. Afinal, eu amo fazer aniversário, mas ainda odeio segundas-feiras.

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Ensaio – Alessandra Bertol

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Há duas semanas eu fiz um ensaio com a minha grande amiga e musa Alessandra (Leka pra mim), e o resultado foram essas fotos LINDAS!

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Quando a vontade de chorar vem toda de uma vez

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

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Preciso contar uma coisa que quem não conviveu comigo na infância não imagina sobre mim: eu era uma criança chorona. Chorava quando brigava com a minha mãe, com a minha irmã, com a minha prima, chorava se riam de mim, chorava de saudade dos meus amigos, chorava escutando música, assistindo filme ou quando estava muito feliz. Não conseguia completar uma semana inteira sem um chorinho, nem que fossem umas lágrimas de desabafo. Passei tanto tempo chorando, que acho que as lágrimas acabaram.

Não lembro exatamente quando isso aconteceu, mas há algum tempo eu realmente não consigo mais chorar, travei, ou meu canal lacrimal parou de funcionar corretamente. Eu não chorei no meu casamento, nem na minha formatura, ou quando consegui meu primeiro emprego, pior ainda, não chorei nem quando terminei aquela amizade que eu achava ser tão verdadeira. Simplesmente eu parei de chorar por motivos que realmente “merecessem” as minhas lágrimas.

A única coisa que me fazia continuar chorando eram os filmes e as séries, ainda assim isso só acontecia quando eu estava sozinha, se eu não estivesse eu procurava o banheiro mais próximo e ia chorar lá escondida.

Não sei se foi os anos de chorona que me fizeram mudar meu jeito, o fato é que agora eu percebo que passo meses sem chorar, mas quando vem a vontade eu faço uma lista mental dos motivos pelos quais estou chorando para desabafar tudo em uma única vez. Parece loucura, mas funciona assim mesmo, eu aproveito um motivo e choro pelos que ainda não tinha “tido tempo”.

Um exemplo aconteceu semana passada, eu estava chateada com a absurda queda de pelos do meu gato. Costumo escovar os pelos dele duas vezes por dia, dar ômega 3, e fazer tudo para amenizar essa queda, mas naquela semana nada dava jeito (por causa da troca de estação). Então comecei a escová-lo enquanto isso o Gustavo passava aspirador em volta da gente, para os pelinhos não voarem (estava assustadora a quantidade que caia), quando de repente o aspirador foi na direção dele e ele se assustou e me arranhou toda. Naquela hora eu chorei de soluçar por quase meia hora.

Chorei porque ele tinha ficado assustado e nunca tinha visto meu gato assim. Chorei porque eu achei que ele nunca mais fosse confiar em mim. Chorei porque as coisas não são como eu quero, afinal, por que ele tinha que soltar tanto pelo em vez de ser só lindo e me dar amor? Chorei porque aquela semana tinha sido um lixo, e já que eu estava ali chorando, valia a pena lembrar isso. No final do chororô todo eu já nem lembrava mais o porquê de tanta tristeza, e foi ai que me senti ridícula e parei com aquela cena.

O engraçado é que a tem gente que tem a estranha noção de que choro é sinônimo de fraqueza, do mesmo jeito que pensam que quem vive sorrindo é alguém feliz. O fato é que eu parar de chorar não me fez mais feliz, nem mais forte, e segurar o choro me deixou sempre com um sentimento preso, como se tivesse algo pronto para explodir dentro de mim a qualquer momento, independente do motivo.

Meu ponto contando isso tudo é: não importa como você reage aos seus sentimentos, mas você tem que reagir, seja chorando, gritando, conversando ou explodindo. Ignorar não faz eles sumirem e não enfrentar não leva a lugar nenhum. Cada pessoa tem os seus mecanismos de defesas e usa eles da forma que é mais confortável e conveniente, mas não tem nada mais chato do que não se expressar, por parecer fraco, fraquezas são da nossa natureza, você prefere viver ou parecer que viveu as suas experiências?

foto: we heart it 

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As férias e a vontade de fazer tudo e não fazer nada

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Ainda estou me acostumando com essa vida de adulta, onde as férias são fora dos meses de janeiro, fevereiro, julho e dezembro. Honestamente eu até gosto da ideia de curtir as férias sem os lugares estarem cheios, inclusive lugares lotados me incomodam tanto que eu evito ao máximo viajar nos feriados por preguiça de congestionamento.

O fato é que eu tirei apenas 15 dias de férias do trabalho, e achei que seria tempo suficiente para dominar o mundo! Queria ir à formatura da minha prima, e ficar uns dias em SP com a minha família, depois ir pra algum lugar do nordeste, tirar meu visto americano, assistir as minhas aulas, terminar meu curso de fotografia, rever amigos que não consigo ver com a correria rotineira, colocar séries em dia, praticar inglês, fazer exercícios físicos todos os dias (há-há), marcar médicos, e por ai vai (a lista era imensa!).

No final das contas, eu consegui com muito (muito, muito) esforço terminar algumas coisas. Mas outras sequer lembrei de fazer – mesmo com uma “to do list” no meu celular, me lembrando todos os meus planos.

A verdade é que as minhas férias foram apenas um “final de semana enorme”, porque é isso que acontece comigo todos os meus finais de semana. Eu penso que vou colocar os e-mails em dia, terminar aquele trabalho que faltou, praticar um pouco mais outro idioma, ver aquele amigo que eu sempre digo que vou marcar e nunca “dá tempo”…

A arte da procrastinação é algo que me acompanha e não é somente nas férias. Eu sempre quero terminar aquele texto, aquela edição de fotos, aquele post do blog, e quando eu vejo já se passaram 3,4, 5 dias, um mês, e eu tô ainda reclamando que as coisas parecem não sair do lugar – mas quem não saiu do lugar fui eu. Acho que o único jeito é a gente correr atrás daquilo que quer, mesmo se sentindo muito cansada para conseguir, mesmo que a desculpa “eu mereço me dar o direito de comer mais, dormir mais, fazer menos exercícios…” fique pulando na nossa cabeça. As coisas não vão mudar nunca, se a gente não deixar elas mudarem.

Atualizados recentemente

Em resumo minhas férias foram assim: dormi a maior parte do tempo, consegui tirar o visto (dancinha feliz), terminei as aulas de foto, minha única viagem foi para o Rio (snif e um beijo pro nordeste), e a formatura da minha prima tava muito incrível. Não tenho o que reclamar, mas se eu me organizasse mais e dormisse menos, teria mais histórias pra contar.

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