June 2013

Onde comer em Curitiba: Bella Banoffi

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Quem me conhece sabe do meu amor (diria até loucura) por cafés. Basta eu saber que inaugurou algum novo e eu saio correndo chamando as amigas para conhecer. E para a minha sorte, aqui em Curitiba não faltam opções. O último que conheci já é antigo na cidade, mas eu nunca havia ido.

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A Bella Banoffi –  já dá água na boca só de ler o nome, além de confeitaria também é bistrot, com refeições deliciosas para qualquer hora do dia, com uma vitrine recheada de sobremesas LINDAS e saborosas (eu comi uma de doce de leite incrível) o lugar é uma graça com sua decoração cheia de cores vivas e alegres.

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Quem quiser conhecer fica no Alto da XV lá na Rua Itupava, nº 1091.

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O que ter quando se tem um gato?

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

A primeira coisa que a gente quer quando pega um pet novo é encher ele de mimo, leia-se comprar coisinhas. O meu mal chegou e eu já fui no pet, queria casinha, queria mil brinquedos (mesmo depois de estar careca de ter animais e saber que não deveria ser tão ansiosa), e no fim aprendi na marra uma grande lição: Antes de sair comprando tudo que vê pela frente, se acostume com o animal e entenda do que ele gosta.

Digo isso porque gato, por exemplo, é extremamente fácil (e barato) de agradar. Ele precisa de alguns itens básicos, claro, mas o resto você vai se virando. Um exemplo foi a casinha do Argus, eu comprei uma pela internet, quando chegou era pequena e a cama ficava pendurada, ou seja, ele odiou, porque ele gosta de estabilidade, não pisa em lugares que não tem a certeza que são firmes, e foi um sacrifício fazê-lo entrar na caminha, e desisti. Para minha sorte a casinha veio com um defeito, e eu consegui trocar e pegar reembolso, se não teria ficado com um prejuízo alto. Outra coisa que gastei muito e foi desnecessário foi com brinquedos. Gato gosta mesmo é de bolinha de papel amassada, pena de aves, nada caro ou que você precise comprar (o meu só brinca com um único brinquedo comprado que é esse ratinho aqui, o resto tá guardado porque ele ignora). Snacks comprei de todas as marcas e sabores, e ele só quis saber da ração e no máximo Whiskas sachê (que só dou uma vez por semana aos domingos, porque digo que nesse dia até o almoço dele tem que ser diferente).

Outra coisa que deve se ter atenção é na hora de gastar com coisas como bebedouros diferentes. Gato gosta de água corrente, e o meu é LOUCO por uma pia pingando água. Pra quem vai deixar o gato dormir na cama já digo: nem precisa de casinha, o meu gato depois que troquei a casinha dele, ficou um mês sem casinha e não sentiu falta. Hoje que ele tem a casa dele, vira e mexe ainda encontro ele de madrugada dormindo no sofá ou nas cadeiras da sala.

Por isso, como disse antes, o ideal é conhecer o felino, ver que manias ele tem, como ele se comporta. As vezes você acha que está protegendo ele do frio colocando roupa, e ele está morrendo de calor e deitando no chão ou em lugares frios pra se refrescar. Ou gasta rios de dinheiro com uma casinha, mas o que ele gosta mesmo é de dormir na sua cama, ou no sofá – e fica mais feliz quando você deixa para ele uma caixa de papelão do que uma casinha chique.

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Logo que o Argus foi pra casa, pesquisei muito na internet “o que comprar” e achei esse desenho bem bacana no Just Lia

Desta lista posso dizer de cara o que acho mais importante:

  • Tigelas
  • Ração
  • Areia
  • Desinfetante
  • Caixa de areia
  • Cortador de unhas
  • Arranhador

E com o tempo você vai adicionando as coisas que achar necessário nesse “enxoval” básico.

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A preguiça de viver. Ou não.

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Hoje quando acordei, senti a usual raiva de ter que acordar, de ter que sair da cama, de ter que parar de dormir (cara, eu amo dormir!), em síntese: raiva de ter que viver. Então comecei minhas ladainhas para o Gustavo:

– eu odeio acordar, eu odeio sair da cama, eu tenho preguiça de viver e se não fosse por você e pelo Argus eu nunca mais saia da cama!

– você não tem preguiça de viver não.

– sim eu tenho!

– então por que você faz tanta coisa?

– que tanta coisa eu faço?

– você trabalha, faz pós, fotografa, tem o blog, todos os horários do seu dia são cheios e você nunca para em casa.

– eu só faço tudo isso para disfarçar a preguiça que sinto de viver, mas isso não significa nada…

O fato é que agora depois desse diálogo eu tou realmente pensando porque eu arranjo tanta coisa para fazer, e se realmente é possível alguém que fica contando os segundos para voltar para a cama quentinha, e achando que tem preguiça de viver, é na verdade alguém que tem a maior sede do mundo de viver tanta coisa que não cabe na semana, no mês e no ano. Não cabe em um só vida. Como pode existir tanta contradição em uma só pessoa?

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Ensaio – Jessica e Gustavo Blaszcyk

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

No mesmo dia que fotografei o casal Carol e Marcelo, que comentei aqui, também fui fotografada pela Carol. Na verdade fomos, pois fiz um ensaio de casal também. Confira quais foram os meus cliques preferidos:

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Se você gostou e quer ver mais trabalhos da Carol, não deixe de visitar a página dela no facebook.

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Top 5 séries: policiais, suspense, terror

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Algumas séries são tão inesquecíveis que mesmo não estando mais no ar o nome delas aparecem na sua cabeça quando alguém te pede indicação do que assistir. É o caso de Lost, Prison Break e Friends, que acabaram há anos e ainda estão no top of mind.

Mas para não confundir as pessoas com a minha lista quilométrica de séries favoritas (eu tenho umas 30 pelo menos), vou fazer segmentado. Vou começar então com o meu top 5 de séries “sérias” com temas envolvendo dramas policiais, suspense e até terror:

5 – Fringe
A série acabou no início deste ano e me deixou um vazio na vida (drama queen). Criada por J. J. Abrams era constantemente comparada com Arquivo X. Retratava a vida de uma equipe que trabalhava na divisão Fringe, lidando com casos sobrenaturais. Com muita inteligência e conhecimentos científicos, o trio composto por Olívia, Peter e Dr. Walter Bishop, viviam decifrando eventos aparentemente indecifráveis. A linha sutil entre ficção cientifica e realidade se manteve durante todo o desenrolar da série.

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4 – American Horror Story
Tá ai uma série que passei alguns meses com vergonha de assumir que assistia sem perder um episódio. A primeira e a segunda temporada foram completamente diferentes, visto que a ideia não seria trabalhar na continuidade da série e sim cada temporada ter sua história de forma independente, como se fosse uma mini-série.

A primeira temporada “American Horror Story: Murder House” se passa nos dias atuais e a história gira em torno da família Harmon, que se muda para uma mansão restaurada, sem conhecimento de que a casa era mal assombrada. Na segunda temporada “American Horror Story: Asylum” o enredo se desenvolve no ano de 1964 fala de pacientes, médicos e freiras que trabalham em uma clínica de tratamento mental com métodos pouco cristãos, como torturas e choques. A terceira temporada já foi confirmada “American Horror Story: Coven” irá falar de bruxas e lugares enfeitiçados.

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3 – Prison Break
A trama começa quando Lincoln é condenado à morte por um crime que não cometeu, então seu irmão mais novo Michael (um engenheiro civil extremamente inteligente) elabora um plano para tirá-lo da prisão antes que a sentença seja executada. Essa série é daquelas que te deixa sem fôlego ao assistir. O amor dos irmãos e as emoções da primeira temporada, onde eles estão na prisão “Fox River” fez a série entrar muito fácil para minha lista de melhores da vida. Porém eu confesso que nas últimas temporadas eles deram uma boa viajada e eu seria capaz de escrever um livro dando os contrapontos de tudo que eu vi de erros de continuidade. Ainda assim vale a pena assistir, pois pouca coisa que vi foi tão emocionante e intenso.

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2 – The Walking Dead
Inspirado nos quadrinhos com o mesmo nome a série conta a história de um grupo de sobreviventes do apocalipse zumbi. Guiados pelo policial Rick o grupo passa a trama toda em busca de um local seguro, mas percebem que o atual problema da humanidade não está somente na “doença” que tomou o planeta, mas que o ser humano ao viver um momento desses pode ser tornar mais cruel e perigoso que qualquer zumbi. Essa série me deixou um pouco idiota nas suas primeiras temporadas, pois eu sonhava com zumbi toda noite e vivia planejando o que faria da minha vida se chegasse um dia ao apocalipse zumbi. Sim, eu me empolgo!

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1 – Dexter
Hoje em dia é raro falar com alguém que não tenha gostado de Dexter, mas lá em 2007, quando eu comecei a assistir a série, as pessoas se chocavam muito comigo, por ser tão apaixonada por um serial killer e um programa com tantas mortes. O fantástico Michael C. Hall faz o papel de Dexter Morgan, um serial killer que trabalha como analista forense especialista em sangue. Baseada no livro Darkly Dreaming Dexter de Jeff Lindsay, a primeira temporada foi mais fiel ao livro que as posteriores.

O interessante é ter um especialista forense em análise sanguínea que trabalha no Departamento de Polícia de Miami, pois assim o personagem consegue desenvolver um método bem peculiar de cometer seus crimes sem deixar pistas. Porém ele segue um código: só mata criminosos que a polícia não consegue trazer à Justiça.

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E você já assistiu ou gosta de alguma dessas? Se tiver mais alguma série nessa linha para indicar será muito bem-vinda.

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