May 2013

DIY – Faça você mesma – Iluminação

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Se tem uma coisa que amo é fazer as coisas com as minhas próprias mãos. Acho que tudo fica com mais personalidade, exclusivo e com a minha cara. Daí passeando pelo pinterest eu achei essa foto e resolvi compartilhar (estava sem créditos de quem fez, infelizmente).

Acho que é possível fazer esse tipo de iluminação até com copinhos prontos com personagens infantis, forminhas de cupcakes  e afins, deixando qualquer lugar fofo e cheio de personalidade. E pode ser usado tanto em festas quanto para decorar a casa.

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Meus joox cards

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Há algum tempo conheci pela internet a JOOX. No mesmo dia eu mandei fazer meus cartões de visita para “testar” e ver se era legal como parecia (sim, sempre a ansiedade em primeiro lugar). O que mais me chamou atenção no serviço é a opção de mini cards, que são bem fofinhos e diferentes dos cartões de visita tradicionais, além da possibilidade de fazer uma quantidade menor de cartões, enquanto os locais tradicionais trabalham com a quantidade mínima de mil unidades.

Outra vantagem que vi foram os layouts prontos, ou seja, se você também não é designer ou não tem marca própria, ainda assim poderá ter lindos cartões! Eu fiz o meu primeiro com o tema “amor” (ou algo assim), daí veio um cartão de desconto de 15% e como uma boa compulsiva que sou fiz mais cem unidades, dessa vez com o tema “jornalismo”.

O legal é que nos temas vêm várias opções de imagens, então você não precisa distribuir um cartão igualzinho para todo mundo. Acho mais divertido essa opção, mas quem sabe um dia se eu tiver logo eu não mude de ideia e goste de todos os cartões iguaizinhos também. O preço também é incrível: R$S29,90.

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Gostou? Conheça mais em www.joox.com.br

Update: Esqueci de comentar que quem mora em Curitiba pode retirar sem precisar pagar frete.

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Pesadelos infantis

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Como já contei aqui, eu amo ficar viajando ao ver fotografias. Cada vez mais me apaixono por trabalhos diferentes que te fazem pensar na história toda daquela foto e não só na imagem que está ali na sua frente – como se você conseguisse imaginar o antes e o depois. Ontem, uma amiga jornalista (Aline Reis) compartilhou fotos do Joshua Hoffine que trabalha com fotografias de horror, e em um de seus trabalhos ele retratou os pesadelos infantis, resultando nessa série de fotos:

 

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E o que vem depois?

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Uma das minhas propostas ao começar esse novo site/blog era escrever sobre o que vinha depois de alguns itens alcançados na vida – como casamento, faculdade, compra do primeiro apê, primeiro emprego fixo. Mas a verdade é que para uma pessoa exigente e eternamente inconformada/ansiosa como eu, nada nunca é suficiente e parece que por mais que eu tenha passado por várias etapas eu ainda não vivi/alcancei/fiz nada!

Eu sempre tou pensando nos cursos que quero fazer, nos lugares que eu quero conhecer, nos livros que quero ler, filmes que quero ver, hobbies e trabalhos que quero ter. A conclusão é sempre a mesma: falta horas do dia para caber tanta ansiedade. Quando eu olho para pessoas ansiosas, como eu sou, tentando desesperadamente fazer tudo que veem pela frente por medo de algo dar errado e elas terem mais opções,  eu penso “Calma! Fica tranquilo, vai dar tudo certo lá na frente, na hora que tiver que dar”.

Infelizmente a gente não consegue se olhar no espelho e dar o mesmo conselho com a mesma segurança para nós mesmos. E não é por não acreditar nos conselhos que damos, mas por não conseguir nos enxergar “por fora” e ver como parecemos para o mundo, nosso potencial e nossa capacidade.

Algumas vezes quando conto que comecei minha pós (nunca imaginei que chegaria lá!) as pessoas ficam muito com cara de “UAU, sua vida deve ser muito legal e você é tão estudiosa/esforçada e mimimi”. Dá vontade de falar que não é bem isso, as vezes você tem que te empurrar e seguir a teoria “vai, e se der medo, vai com medo mesmo”. Eu não paro muito para analisar o que estou fazendo, mas isso serve para mim, talvez não para todo mundo, mas ninguém sabe no dia-a-dia como eu conto todos os dias quanto falta para acabar a pós que começou essa segunda-feira. Não porque não estou gostando, mas porque quero começar e acabar tudo muito rápido, para começar mais uma coisa e acabar logo essa outra coisa também.

A ansiedade de viver tudo, de conhecer tudo e de saber de tudo às vezes nos faz esquecer de viver aquele momento como ele deveria ser vivido. Não permite que a gente se olhe mais de perto e sinta o que devemos sentir e aprender naquele exato momento. Então, sinto que mais do que continuar fazendo mil coisas e só ficar feliz enquanto planejo alguma coisa, tomei uma decisão simples e difícil: deixar as coisas acontecerem. Para uma pessoa planejada é muito difícil o lema do um dia de cada vez, mas talvez assim eu seja menos frustrada pelo dia não ter 48 horas.

Só para constar: Odeio a teoria que se conselho fosse bom se vendia, pois quando eu aconselho é porque eu me importo mesmo.

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O protetor solar

por Jessica Oliveira Blaszcyk em

Para a minha sorte eu não tive uma adolescência com o rosto tomado por espinhas e oleosidade na pele, então cuidados com a pele nunca foi algo que chamasse minha atenção.

Porém, para a minha infelicidade, depois dos meus 20 e poucos anos começaram aparecer algumas dessas pragas em mim (adolescência tardia?).

Então eu fui a uma dermatologista que me passou mil produtos de limpeza para o rosto (sabonetes, cremes e tudo mais – que não resolveram nada) e me deu uma dica incrível: usar um protetor solar que tirasse a oleosidade da pele.

Muita gente acha que o simples fato de ser sem óleo (oil free) já quer dizer que ele irá tratar o problema de pele oleosa, mas só o fato de não ter óleo na composição não quer dizer que ele vai melhorar a oleosidade natural da pele.

Então a dica que eu sempre dou sobre cuidados com a pele é o protetor solar que uso: Minesol Oil Control FPS 30 da ROC. Esse milagrinho em forma de cosmético tem me ajudado há mais de 3 anos a manter uma pele cuidada e sem o aparecimento de espinhas.

O meu ritual é bem simples: todos os dias de manhã – religiosamente – eu lavo o rosto com sabonete normal (geralmente aquele Protex líquido) e passo o protetor solar, mesmo em dias nublados, e pronto. A diferença é percebida com poucos dias de uso, sem contar que depois de certa idade não ter espinha vira preocupação secundária. A verdadeira preocupação se torna proteger a pele dos efeitos do sol ao longo da vida, cuidado esse que vai fazer uma diferença enorme no futuro. São minutinhos do seu dia que vão refletir forte lá na frente.

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PS: Já tentei usar a opção FPS 70 da mesma marca e não curti, então se forem seguir minha dica se atentem a isso, porque o FPS 70 é bem mais líquido e não é tão incrível quanto o 30 ;)

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